Vem...
A lua nos chama
Vem....
Eu te chamo
Vem...
Não demora
Vem...
Já é hora...
Hora de acordar...
sexta-feira, 30 de julho de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
segunda-feira, 31 de maio de 2010
"Colada a tua boca minha desordem,
O meu vasto querer.
O incompossível se fazendo ordem.
Colada à tua boca,mas descomedida.
Árdua
Construtor de ilusões examino-te sôfrega
Como se fosses morrer colado a minha boca.
Como se fosse nascer
E tu fosses o dia magnânimo
Eu te sorvo extremada à luz do amanhecer."
(Do Desejo - 1992)
O meu vasto querer.
O incompossível se fazendo ordem.
Colada à tua boca,mas descomedida.
Árdua
Construtor de ilusões examino-te sôfrega
Como se fosses morrer colado a minha boca.
Como se fosse nascer
E tu fosses o dia magnânimo
Eu te sorvo extremada à luz do amanhecer."
(Do Desejo - 1992)
Ser racional.
Dúvidas que pairam no pensamento.
Gostas de mim?
Quanto?
Por que?
Onde?
Em que?
Sinto que sou seu real.
Por isso ainda me faço presente.
Apesar de que para um ser racional
Ser surreal,
irracional,
é algo surpreendente.
Da complexidade a ambiguidades.
A lua tava cheia,
Linda...
Fitei-a...
Imaginei o que há
por traz de suas manchas reluzentes.
São jorge e seu dragão,
Seus medos,
ou os românticos perdidos?
Parei no ponto.
Pensei em ti.
Pensei em mim.
Na minha fascinação pelo céu.
Acho que me procuro nele,
e nela...
Lua de fases distintas
Céu de nuvens extintas.
Me fortaleço
e esmoreço.
Tu me fazes sentir assim.
Será por isso que me perco?
me acho?
me escondo?
me abro?
Da complexidade a ambiguidades.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
PAI - por Silvano Santiago
A perseguição e a descrença
marcaram tanto,
que preferiu encaminhar
os filhos
para a classe média.
Proíbe que se fale
de política a mesa
e indica com o gosto
e o dedo
a profissão liberal
de cada um.
Cultiva fores no jardim
e esquizofrenicos em casa.
obs: Poesia lida em um onibus de BH e escrita por um aluno da rede pública.
marcaram tanto,
que preferiu encaminhar
os filhos
para a classe média.
Proíbe que se fale
de política a mesa
e indica com o gosto
e o dedo
a profissão liberal
de cada um.
Cultiva fores no jardim
e esquizofrenicos em casa.
obs: Poesia lida em um onibus de BH e escrita por um aluno da rede pública.
Dias...
Meus dias jã não são os mesmos
Durmo com o sorriso que me deste
Acordo com uma lágrima a escorrer
pelos orvalhos da madrugada.
Eu sou a burra
Apesar de tudo
Ser tua
Sem nenhuma segurança disso
Repito: Sou tua
Durmo com o sorriso que me deste
Acordo com uma lágrima a escorrer
pelos orvalhos da madrugada.
Eu sou a burra
Apesar de tudo
Ser tua
Sem nenhuma segurança disso
Repito: Sou tua
Mais esse papel já não me cabe
como também o dramalhão não me cabe
Tens razão.
Eu sou uma boba mesmo...
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